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Balneário Camboriú
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Segurança fará ações para coibir crimes nos arredores do colégio Dona Lili na Barra

A segurança nos entornos do Centro Educacional Municipal (CEM) Dona Lili, que fica na Rua Fermino Taveira Cruz, no Bairro da Barra, onde estariam ocorrendo situações preocupantes, como o tráfico de drogas, foi debatida em reunião nesta quarta-feira (6).

Participaram 25 pessoas, entre pais, professores, direção da escola e o secretário de Segurança, Antônio Gabriel Castanheira Junior.

Segundo o presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Balneário Camboriú (CONSEGBC), Valdir de Andrade, ficou claro que a direção e Secretaria de Educação tomam todo o cuidado necessário, mas o problema é o entorno. 

“Os pais visualizam alunos de outras escolas que vão até lá. Há forte influência da área de invasão que fica nas proximidades, a Vila Fortaleza, e inclusive já foram identificados pontos de venda de drogas na região”, diz Valdir.

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Ele salienta que não se sabe se as drogas são vendidas para os alunos, mas já foram vistos estudantes do Dona Lili em rodas de usuários de maconha, por exemplo. 

“Existe essa proliferação e medidas terão que ser tomadas. O secretário Castanheira disse que vai tomar uma atitude e também vamos solicitar para  Polícia Civil investigação para identificar os envolvidos. O Castanheira já sabia da situação, disse que de dois meses para cá percebeu que a incidência de drogas no entorno de escolas aumentou”, afirma.

Denúncias ao 153

Outro ponto citado na reunião foi de que pais não podem fazer justiça com as próprias mãos e sim devem denunciar ao 153 ao 190. Filmagens e fotos também ajudam e podem ser encaminhadas à PM ou Guarda Municipal. 

“Os pais dizem que veem o consumo de drogas no entorno, quando vão buscar e levar seus filhos. Eles estão horrorizados com essa muvuca no entorno. Inclusive há suspeita de que a Vila Fortaleza está sob o comando de uma facção que atua no Estado, com prisões frequentes acontecendo por lá, mas em meu entendimento a situação do Fortaleza só será resolvida se levarmos a presença estatal, PM, Guarda, agentes de saúde, porque se não continuará como está, com invasões aumentando; já são 320 famílias que lá vivem”, pontua.

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