Italo e Filipinho se juntam a Medina em críticas por notas da WSL

- Publicidade -
- Publicidade -

Celd Praça de Esportes celebra 20 anos com jogo entre craques do futebol e festa em Balneário Camboriú

Resenha dos Amigos será realizado no dia 5 de setembro e terá nomes como Romário, Denilson, Popó, Amaral e Magrão, além do ator Eri Johnson

Montagem do canteiro para desassoreamento do Rio das Ostras começa na segunda-feira em Balneário Camboriú

Obra prevê retirada de mais de 5,7 mil metros cúbicos de sedimentos e investimento de R$ 2,4 milhões

Morador de Camboriú faleceu após acidente com quadriciclo no Braço

Valmeri Teixeira, conhecido como “Mimi”, de 55 anos morreu após sofrer um acidente com um quadriciclo na tarde de...

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

 (UOL/FOLHAPRESS) – Os surfistas Filipe Toledo e Italo Ferreira fizeram coro às críticas de Gabriel Medina sobre os critérios nas notas da Liga Mundial de Surfe (WSL).

Italo iniciou o longo texto nas redes sociais afirmando que seu intuito não é atacar, mas que ele está sendo consumido pelo silêncio. A publicação se deu horas após o protesto de Medina.

O medalhista olímpico exaltou a união da comunidade brasileira do surfe e afirmou que irão se unir pelo “desenvolvimento e progresso” do esporte.

Filipinho desabafou que está exausto psicologicamente por passar dez anos “engolindo seco”. Ele se pronunciou dizendo que deseja que a voz dos surfistas seja “ouvida e respeitada”.

Ele cobrou mudanças para a evolução do surfe com “justiça e transparência”. Toledo também pediu que não ataquem surfistas de outras nacionalidades, como ocorreu com o australiano Ethan Ewing, que eliminou Medina em Surf Ranch Pro.

- Continue lendo após o anúncio -

No domingo (28), Gabriel Medina disparou nas redes sociais contra a “falta de clareza e inconsistência” na definição das notas após a sua eliminação nas quartas de final da etapa. Ele enfatizou que os eventos recentes estão chocando a comunidade brasileira do esporte.

O surfista tricampeão Medina afirmou que a avaliação dos juízes está recompensando um surfe “muito simples e transições incompletas”. Por outro lado, segundo ele, progressão e variedade não estão sendo valorizados.

O brasileiro cobrou a WSL por transparência nos critérios e afirmou que isso “ameaça o crescimento” do surfe. Ele opinou que, se nada for feito, fãs e patrocinadores acabarão se afastando da modalidade.

POLÊMICA

Medina foi eliminado por Ethan Ewing e não avançou à semifinal da etapa. Os dois somaram a mesma pontuação na bateria (14,67), mas o australiano se classificou por ter tirado a nota mais alta (9,07 contra 8,67).

- Continue lendo após o anúncio -

A comunidade brasileira do surfe manifestou sua indignação nas redes sociais. Fãs, celebridades e internautas se revoltaram com as notas mais baixas de Medina, mesmo considerando que foram “mais complexas” do que as do surfista australiano.

A mãe do brasileiro disparou contra a WSL após a derrota do filho. Simone Medina disse que foi “o maior roubo da história depois de Trestles”.

O adversário de Medina foi eliminado por Italo Ferreira na fase seguinte – por 16,60 a 16,36. O campeão, no entanto, foi o norte-americano Griffin Colapinto, que bateu o medalhista olímpico brasileiro na final por 17,77 a 17,13.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas