Três moradores de Balneário e região foram presos em operação da PF contra tráfico internacional

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A Polícia Federal de Curitiba realizou na quarta-feira (4) a Operação Narcobroker, com o objetivo de desarticular financeiramente um grupo de traficantes que enviavam cocaína para a Europa e eram investigados desde 2019. Houve ações e prisões em Balneário, Camboriú, Itapema, Itajaí e Urubici, além do Paraná e São Paulo. O suspeito de ser o chefe da quadrilha é de Curitiba. Há ordens para o sequestro de mais de R$ 40 milhões em bens divididos em dezenas de imóveis e veículos de luxo.

Segundo a Polícia Federal, em Balneário foi cumprido um mandado de busca e apreensão e um de prisão preventiva, assim como em Camboriú e Itapema. Em Itajaí e Urubici foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Os três catarinenses presos são suspeitos de integrarem a quadrilha paranaense.

Cerca de 150 policiais participaram da Narcobroker e cumpriram 39 mandados judiciais, sendo nove de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 28 de busca e apreensão em Santa Catarina, no Paraná e São Paulo.

O suspeito de ser o chefe da quadrilha é de Curitiba e residia no Bairro Santa Felicidade, em uma mansão avaliada em R$ 6 milhões, a qual teria sido sequestrada pela Justiça Federal. Ao total, foram sequestrados mais de R$ 40 milhões em bens, todos adquiridos através do narcotráfico, como imóveis e veículos de luxo.

A Justiça também determinou o bloqueio de três empresas que seriam utilizadas pelo grupo para lavagem de dinheiro. 68 contas, de pessoas físicas e jurídicas, foram bloqueadas, porque teriam tido movimentação suspeita de aproximadamente R$ 1 bilhão entre 2018 e 2020.

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