Um documento, sem identificação dos autores, circula nos bastidores da construção civil de Itapema acusando a Construtora Bfabriani de “promover um dos maiores golpes da história do mercado imobiliário de Santa Catarina, com inúmeros empreendimentos lançados e vendidos e com abandono de obras em larga escala”.
O relatório fala em 15 obras, totalizando 180.000 m2, afetando 1.012 clientes que compraram apartamentos com a Bfabriani e não receberam seus imóveis.
O dono da Bfabriani e sociedades de propósito específico envolvidas na acusação, Bruno Sequeira Bfabbriani, não foi encontrado pelo Jornal Página 3 para manifestar sua versão sobre as acusações.
Tampouco foi encontrado para apresentar sua versão, Francisco Edson Maciel Melo, apontado como captador de terrenos.
Uma mulher, citada no documento, entrou em contato com o Página 3, disse que deixou a empresa em julho e não tem envolvimento com os fatos, por isso seu nome foi suprimido dessa reportagem.
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