PF realiza operação contra lavagem de dinheiro, bloqueia 934 milhões e cumpre mandados em Balneário Camboriú

Página 3 no Instagram
- Publicidade -
- Publicidade -

Leia também

Emasa identifica ligação clandestina no primeiro dia de força-tarefa na rede de esgoto do Pioneiros

Inspeções fazem parte de pacote de R$ 20 milhões para reduzir extravasamentos e contribuir com a despoluição do Canal do Marambaia

Prefeitura abre duas mil vagas para curso gratuito de hospitalidade voltado a profissionais da orla

A Prefeitura de Balneário Camboriú abre nesta terça-feira (4) as inscrições para o curso gratuito ‘Sou Balneário Camboriú –...

Polícia investiga catarinenses envolvidos em planos para invasão de prédios em Brasília

Também foram identificados compartilhamentos de conteúdos relacionados à fabricação de artefatos explosivos, circunstância que motivou o aprofundamento das investigações e a adoção de medidas cautelares para preservação de provas.
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (26), a segunda fase da Operação Narco Azimut, que investiga um esquema milionário de lavagem de dinheiro e evasão de divisas com atuação no Brasil e no exterior. A ofensiva inclui o cumprimento de mandados em Balneário Camboriú.

Ao todo, cerca de 50 policiais federais foram mobilizados para cumprir 26 mandados de busca e apreensão e de prisão temporária, sendo 10 de prisão. 

As ordens judiciais foram expedidas pela 5ª Vara Federal em Santos (SP) e são executadas em endereços localizados nos municípios de São Paulo, Ilhabela e Taboão da Serra (SP), além de Balneário Camboriú. Ao menos sete pessoas foram presas.

Esquema milionário e atuação internacional

De acordo com a Polícia Federal, esta etapa da operação é um desdobramento de investigações anteriores, especialmente das operações Narco Bet e da primeira fase da Narco Azimut. As apurações apontam para a atuação de uma associação criminosa estruturada para movimentar grandes volumes de dinheiro ilícito, inclusive com ramificações internacionais.

O núcleo investigado teria sido montado a partir da atuação de um contador já preso em operações anteriores, responsável por estruturar mecanismos financeiros voltados à ocultação da origem dos recursos. Entre as estratégias utilizadas pelo grupo estariam movimentações em dinheiro em espécie, transferências bancárias e operações com criptomoedas, além do uso de empresas e pessoas interpostas para dar aparência de legalidade aos valores.

- Continue lendo após o anúncio -
Foto: Polícia Federal

Bloqueio milionário e restrições

A pedido da Polícia Federal, a Justiça determinou o sequestro de bens e valores dos investigados até o limite de R$ 934 milhões. Também foram impostas restrições societárias, como a proibição de movimentação empresarial e de transferência de bens vinculados às atividades investigadas, medida que busca interromper o fluxo financeiro do esquema.

Mandados em Balneário Camboriú

Entre os alvos da operação estão endereços em Balneário Camboriú, embora a Polícia Federal não tenha detalhado, até o momento, quem são os investigados ou quais locais foram atingidos no município. Também não foram divulgados resultados específicos das buscas realizadas na cidade.

Crimes investigados

Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A Polícia Federal informou que as investigações continuam, e novas fases da operação não estão descartadas.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas