A prefeitura de Balneário Camboriú lançou, na terça-feira (28), o módulo “BC Pet” dentro do aplicativo BC Digital, permitindo que moradores adotem animais e também registrem pets desaparecidos diretamente pela plataforma.
A novidade foi desenvolvida pela Secretaria de Governo, Inovação e Orçamento (Segov), em parceria com a Secretaria de Segurança, por meio do Departamento de Proteção Animal e Combate aos Maus-Tratos (DEPA), e com a Secretaria do Meio Ambiente, via Departamento de Bem-Estar Animal.
A iniciativa integra as ações do município durante o Abril Laranja, mês de conscientização contra a crueldade animal.
O lançamento ocorreu em reunião com representantes das pastas envolvidas e também com ONGs e protetores independentes da cidade, que passam a utilizar o sistema para cadastrar animais disponíveis para adoção.
Pelo aplicativo, o cidadão pode acessar informações detalhadas dos pets, como fotos, idade, porte, status de vacinação, castração e comportamento, o que facilita uma escolha mais consciente. A plataforma ainda permite filtrar a busca conforme o perfil desejado.
Neste primeiro momento, o cadastro dos animais é feito por ONGs e protetores previamente habilitados, por meio do site oficial do BC Pet. Já os moradores podem navegar pelas opções diretamente no aplicativo.
Desaparecidos também
Outro recurso importante do módulo é o registro de animais desaparecidos. A população pode cadastrar fotos e informações dos pets, que passam a integrar um mural digital, ampliando as chances de localização.
Além de aproximar adotantes e protetores, a ferramenta também deve gerar dados estratégicos para apoiar políticas públicas voltadas ao bem-estar animal.
A prefeita Juliana Pavan destacou que a iniciativa reforça o uso da tecnologia na gestão pública.
“O BC Pet fortalece a adoção responsável e reconhece o trabalho das ONGs e protetores, contribuindo para reduzir o número de animais abandonados”, afirmou.
Para Tiffany Erick, da ONG Viva Bicho, a plataforma deve ampliar a visibilidade dos animais acolhidos.
“O aplicativo aproxima as ONGs da comunidade e facilita o acesso das pessoas aos pets que esperam por um lar. Isso ajuda a tornar o processo mais responsável e aumenta as chances de uma adoção consciente e definitiva”, disse.
