A Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), em parceria com a Prefeitura de Camboriú, realizou nesta segunda-feira (8) uma oficina sobre o Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial (Pacuera) do Parque Inundável do Rio Camboriú.
O encontro, realizado na Câmara de Vereadores de Camboriú, reuniu diretores e equipe técnica da Emasa, servidores públicos e moradores. O prefeito de Camboriú, Leonel Pavan, participou do encontro.
O objetivo foi apresentar o estudo ambiental em desenvolvimento, ouvir a população local e coletar contribuições que irão subsidiar a consolidação do Pacuera. O documento faz parte do processo de licenciamento do Parque Inundável e vai estabelecer diretrizes para o uso, a ocupação e a preservação do entorno do futuro reservatório artificial.
O diretor-presidente da Emasa, Auri Pavoni, explicou a importância do Parque Inundável, que definiu como um projeto fundamental para a segurança hídrica de Balneário Camboriú e Camboriú.
˜Por isso, ouvir a comunidade, permitir que as pessoas questionem, apresentem dúvidas e tragam contribuições é uma etapa indispensável. Esse diálogo qualifica o processo e fortalece a construção de um projeto que tem impacto direto no futuro da nossa bacia hidrográfica˜, disse.
A oficina foi conduzida pela empresa Caruso, contratada pela Emasa para elaboração do estudo. Durante o encontro, foram apresentadas informações técnicas sobre o plano ambiental e abertas oportunidades para que moradores, representantes de entidades, instituições e demais interessados pudessem contribuir com sugestões, observações e questionamentos.
Sobre o Pacuera
O Pacuera é uma das etapas do processo de licenciamento ambiental do Parque Inundável do Rio Camboriú. O plano irá orientar a ocupação do entorno do futuro reservatório, estabelecendo critérios para conservação, uso adequado da área e proteção dos recursos naturais, além de contribuir para a segurança hídrica e a gestão integrada entre os municípios de Balneário Camboriú e Camboriú.
Na prática, o Pacuera funciona como uma espécie de zoneamento ambiental da área, definindo regras sobre o que poderá ser feito no entorno do Parque Inundável. O estudo considera aspectos ambientais, sociais e territoriais, com foco na conservação da área, na segurança hídrica e na gestão integrada da bacia do Rio Camboriú.
