Taxa de aprovação de Trump cai para 33%, menor nível de seu mandato

- Publicidade -
- Publicidade -

Press trip traz influenciadores de cinco capitais para divulgar Balneário Camboriú e Região Costa Verde & Mar

Criadores de conteúdo somam mais de 1 milhão de seguidores e participarão de roteiro por atrativos turísticos, gastronomia e experiências nesta semana

UDESC Balneário Camboriú abre vagas para cursos gratuitos de línguas

Aulas de Inglês, Japonês e Português para Estrangeiros são abertas a pessoas de todas as idades e começam nesta semana

Morador de Camboriú faleceu após acidente com quadriciclo no Braço

Valmeri Teixeira, conhecido como “Mimi”, de 55 anos morreu após sofrer um acidente com um quadriciclo na tarde de...

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Apenas um terço dos americanos diz aprovar o trabalho do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos a pedido da agência de notícias Reuters e divulgada nesta segunda-feira (17).

Trump havia registrado 35% e 34% em pesquisas do Ipsos em junho, e a taxa flutuou por volta de 36% em julho. O levantamento publicado nesta segunda mostra que o presidente americano segue perdendo apoio, embora a variação esteja dentro da margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Enquanto 33% dos 1.116 entrevistados pelo Ipsos dizem aprovar o trabalho de Trump, outros 64% afirmam desaprovar, enquanto 3% não souberam responder. A última vez em que o republicano foi tão mal avaliado foi em dezembro de 2017, ao final de seu primeiro ano no poder, quando também marcou 33% em uma pesquisa Ipsos.

A principal crise enfrentada pela Casa Branca hoje é a guerra no Irã, iniciada em fevereiro por Trump e pelo primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, e da qual o americano não consegue se retirar. Na pesquisa desta segunda, 80% dos americanos dizem acreditar que conflito ainda vai durar “por muito tempo”.

Após o colapso de um cessar-fogo acertado em junho —e criticado nos EUA pelos termos favoráveis ao Irã—, o país persa continua no controle do estreito de Hormuz, via marítima crucial para o escoamento de petróleo e gás dos países do Golfo. Nesta segunda, em uma demonstração pública de frustração, Trump ameaçou atacar o Omã, aliado americano na região, que atua como mediador no conflito.

- Continue lendo após o anúncio -

O prolongamento da guerra —que duraria apenas “de quatro a cinco semanas”, segundo Trump, mas que já se aproxima dos seis meses — causou uma disparada no preço dos combustíveis ao redor do mundo, inclusive nos EUA. O descontentamento dos americanos com a inflação piora a situação do republicano, que se prepara para liderar seu partido nas eleições de meio de mandato, quando o país renova toda a Câmara dos Deputados e um terço do Senado.

Caso a oposição recupere o controle da Câmara, o que parece provável, as prioridades legislativas de Trump, como maior orçamento para sua campanha de deportação em massa e para o Pentágono, devem encontrar dificuldades. Se o Partido Democrata, entretanto, desafiar expectativas e conseguir também maioria no Senado, Trump corre o risco de sofrer um impeachment e ser removido do cargo.

Ainda assim, Trump está longe de ser o presidente americano com a menor taxa de desaprovação da história. Desde que a pesquisa Gallup, a mais conhecida do setor, começou a ser publicada nos anos 1930, cinco ocupantes da Casa Branca registraram índices abaixo dos 30%: George Bush filho, George Bush pai, Richard Nixon, Jimmy Carter e Harry Truman —que detém a menor taxa da história.

Truman, o presidente que concluiu a Segunda Guerra Mundial e tomou a decisão de lançar bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, deixou o cargo com uma aprovação de 22%, fustigado pela opinião pública americana após se envolver na Guerra da Coreia em 1950.

Por outro lado, Trump tem a menor aprovação média da história —41% em seu primeiro mandato— e é o único presidente americano a jamais registrar mais de 50% em uma pesquisa Gallup.

- Continue lendo após o anúncio -

Em 2020, o republicano atingiu a máxima histórica de 49%, distante de seu antecessor, Joe Biden, cuja máxima foi de 57%. Barack Obama chegou a ter a aprovação de 69% dos americanos, enquanto o recorde absoluto pertence a Bush filho —que marcou 90% em uma pesquisa publicada dez dias depois dos ataques do 11 de Setembro.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas