Petrúcio Ferreira leva ouro e bate recorde em Tóquio; Washington Júnior é bronze

- Publicidade -
- Publicidade -

Pesca da tainha é retomada em Balneário Camboriú após mobilização e liberação de cota extra

A pesca artesanal da tainha voltou a ser realizada em Balneário Camboriú na sexta-feira (12), após o Ministério da...

Expo Super inicia nesta terça em Balneário Camboriú com debates sobre IA, desafios e avanços do setor

Organização espera receber mais de 25 mil supermercadistas, fornecedores, empresários, executivos, distribuidores, profissionais de food service e representantes da cadeia de abastecimento nos três dias do evento

BC Trânsito instala segunda lombada desmontável na cidade: tecnologia é mais barata e também sustentável

A pedido dos moradores e com foco na segurança, a BC Trânsito instalou na segunda-feira (15) uma nova lombada...

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Petrúcio Ferreira continua sendo o homem mais rápido do esporte paralímpico. Nos Jogos de Tóquio-2020, ganhou a medalha de ouro na prova dos 100 metros da classe T47, para quem teve um braço amputado, e ainda houve uma dobradinha brasileira: Washington Júnior levou o bronze. A prata ficou com o polonês Michal Darus. Na prova, o Brasil ainda teve Lucas de Souza, que chegou na sexta colocação.

Na largada, Washington imprimiu um ritmo muito forte. Petrúcio foi se recuperando e assumiu a liderança por volta dos 50 metros, anotando o tempo de 10s53, novo recorde paralímpico. Darus ficou com o tempo de 10s61 e Washington Ferreira, fazendo muita força no fim, completou o percurso em 10s68.

Petrúcio é uma das maiores estrelas paralímpicas do Brasil. Campeão e recordista mundial e ouro no Rio-2016, o paraibano de 24 anos foi o porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura da Tóquio-2020, ao lado da jogadora de bocha Evelyn Oliveira.

Após a prova, Petrúcio contou sobre um momento tenso que teve durante a preparação. “No momento difícil acabei tendo uma discussão com o treinador, e peço desculpas. Ele é um cara fenomenal, um pai pra mim. Eu perguntei pra ele: ‘você confia em mim’, e ele respondeu: ‘confio, confio 100%, 200%'”, relatou, em entrevista ao SporTV. Ao lado de Washington, os dois disseram ter combinado o funk com a pisadinha na dancinha que fizeram após a conquista das medalhas.

Tendo quebrado o recorde mundial da sua categoria diversas vezes, Petrúcio diz não ver isso como um peso. “Não ponho esses resultados como pressão, mas coloco como um desafio pessoal de buscar o meu melhor, de estar no meu melhor e buscar o meu limite”, afirmou ao Estadão.

- Continue lendo após o anúncio -

Natural do Rio de Janeiro, Washington Júnior tem uma carreira de respeito: aos 24 anos, é vice-campeão mundial, tendo conquistado a prata em 2019, no Mundial de Doha e agora o bronze paralímpico

Antes deles, dois brasileiros disputaram a final da classe T37 (para quem tem dificuldades motoras decorrentes de problemas neurológicos), mas sem medalha. Ricardo Costa ficou em quinto lugar e Christian Gabriel chegou em sétimo.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas