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Balneário Camboriú

Prêmio Humanitário

Muitos temas correm na política brasileira a cada semana, por vezes envolvem vírus. Eventualmente são em prol da direita, outras para o centro, e ainda tem os da esquerda. O buffet é livre pra todas idades e opiniões, bem como na CPI da pandemia, que nos parece tem objetivos com vistas ao bem do povo, talvez um pouco tarde, se mencionarmos quantos já morreram esperando vacina, leito de UTI e oxigênio.

A comissão da CPI não mostra unanimidade nas decisões, discutidas na mesa de palco. Por isso nos cabe uma parcela da vigília em prol do sucesso de alguém.

A você leitor, ouvinte dos discursos, resta assistir de camarote e votar, sentado em seu sofá confortável, para que lado da balança tem interesse em colocar mais peso?

No lado que deseja melhor saúde ao seu povo, do lado que deseja escolher seu candidato a presidente em 2022, ou do lado que prende políticos corruptos de estados e municípios, gastadores do dinheiro da saúde?

“Não sei explicar senhores, senão por um delírio de preconceitos, a agastada querela que vai entre os extremistas de Lênin e os extremistas de Romanoff, nesse torrão farto do Cruzeiro. De um lado, cães de cabeleiras apostólicas a movimentarem turmas de opiniatras contra a ordem conservadora. Precisamos do mesmo heroísmo de vontades para passar sem catástrofes a era demoníaca dos bolcheviques. Tenhamos fé, Deus protege o Brasil”.

O autor dessa verbosa foi Oswald de Andrade, três anos antes da Semana de Arte Moderna. Um discurso de quem expressou suas dores e temores, em uma época de transições, muito por fazer e acontecer, e seguindo mais adiante, foi à luta. Pelo que acredita e que poderia fazer de bem aos seus, e ao povo de seu país. 

Nada muito diferente do momento que vivemos no país. As reclamações ao nosso redor se mantém frequentes, são dos que fazem parte do grupos dos queixosos, sem propostas concretas ou sugestões. Apenas despejam o ranço diário, somente pelo gesto de se mostrarem descontentes. Não imaginam que os que ouvem, entendem ser mais um rançoso insuportável e cansativo.

O pensamento sério e maduro, na busca das soluções, com dedicação ao tema principal, leva à nobreza humana, como a quem se dá o Prêmio Humanitário Jean Hersholt, distinção atribuída periodicamente pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas americana.

Esse ano, premiou Tyler Perry, pelos gestos humanitários a milhares de pessoas, sem nada em troca. Jean foi Presidente da Motion & Picture, uma organização de caridade que providência ajuda aos mais carentes da indústria de cinema e televisão.

O Tyler Studios ocupa mais de 300 acres com estúdios, oferecendo centenas de empregos mesmo durante a crise mundial de saúde.

São quase 9.000 membros da indústria cinematográfica beneficiados com ampla gama de acomodações, assistência à saúde, pagamento de despesas básicas e acolhimento de idosos e crianças.

Podemos optar em atuar no filme de nosso viver como protagonista, ao invés de coadjuvante, oferecer oportunidades e fugir das queixas. Nos falta estender a mão para servir, e evitar que se espalhem os bárbaros das grandes migrações, pois esses matavam para depois fazer penitência por matar.

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