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Balneário Camboriú
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“Uma grande vitória”, diz MC sobre aprovação do Hip Hop como patrimônio cultural de Balneário Camboriú

Nesta semana, o plenário da Câmara de Balneário Camboriú aprovou o Projeto de Lei Ordinária 88/2023, do vereador Eduardo Zanatta, que declara patrimônio cultural imaterial de Balneário Camboriú a cultura Hip Hop em todas as suas formas de manifestação artística. Os artistas consideram a aprovação uma ‘vitória’ e estão esperançosos que a lei os auxilie a fazer mais ações na cidade.

Saiba mais sobre o projeto

A nova lei aprovada vem para valorizar a cultura Hip Hop em Balneário Camboriú – desde a arte do graffiti como a dança e as batalhas. O Art. 3º do PLO ressalta que compete à prefeitura a promoção de ações que fomentem e preservem a cultura imaterial, devendo considerar também as iniciativas que, a partir do Hip Hop, atuem como promoção à educação, cultura, turismo e inclusão social. Já o Art. 4º aponta que os artistas do movimento Hip Hop são considerados agentes da cultura popular, e que “qualquer ação discriminatória, preconceituosa e desrespeitosa, seja de natureza social, racial, cultural ou administrativa, contra o movimento Hip Hop, submeter-se-á às penas da lei”.

Artistas estão felizes com a aprovação

Dente MC (Arquivo pessoal)

A cultura Hip Hop está presente em Balneário Camboriú há muitos anos, como lembra Eron Pereira, mais conhecido como Dente MC, presidente da Associação de Hip Hop de Balneário Camboriú. 

“O projeto de lei que institui o Hip Hop como patrimônio imaterial cultural de Balneário Camboriú é muito importante porque ele traz mais legitimidade ao nosso movimento, ele traz mais segurança, mais entendimento perante o poder público. Nosso movimento se torna protegido pela cidade, pelas leis municipais. Então, para nós é uma vitória, é uma conquista”, diz.

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Dente lembra que só de ter a Associação de Hip Hop já é uma conquista, é algo que era sonhado desde os anos 90, pois nesta época já havia um início, que foi o Ensinando na Selva, que era uma associação que dava aula para menores infratores no antigo CIP, fazia diversas ações no município com o Hip Hop.

“Então para nós aí é uma grande vitória, é um legado que a gente leva, dos que vieram antes, e traz mais embasamento na projeção de editais, de projetos culturais – a gente coloca o Hip Hop em outro patamar”, completa.

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