Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias diz que juros altos ‘são entraves ao desenvolvimento’

- Publicidade -
- Publicidade -

Jantar à Italiana da igreja luterana Martin Luther será nesta sexta-feira

O 73o. Jantar à Italiana vai movimentar a igreja luterana Martin Luther nesta sexta-feira (10), a partir das 19h30....

Liberada licença para execução da etapa Sul da macrodrenagem na Praia Central

Prefeitura de Balneário Camboriú iniciou a reconstrução de trechos do Calçadão, que deverão estar prontos até dia 18

Governo Juliana Pavan mantém opção de concessionar a Cosip, uma área que dá lucro ao município

Na justificativa enviada aos vereadores, o governo municipal não explica o motivo de concessionar o serviço.

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Após a decisão do Banco Central em manter a Selic em 13,75%, a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) divulgou uma nota afirmando que entende que a autoridade monetária precisa reduzir a taxa. “Os juros altos são entraves ao desenvolvimento econômico do Brasil e podem prejudicar a geração futura de emprego”, argumentou a representante das incorporadoras.

A Abrainc ressaltou que os financiamentos habitacionais de médio e alto padrão são os mais impactados com a Selic. Neles, a taxa de financiamento habitacional do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) ainda segue em valores inferiores ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Todavia, o setor considera que seria relevante que o Banco Central já adotasse medidas que aumentem a oferta de funding ao setor. Uma possível medida, para manter o crédito habitacional em patamar similar ao de 2022, seria o aumento no porcentual de recursos da poupança, que é direcionado obrigatoriamente ao financiamento de imóveis – dos atuais 65% para 70%.

Outras medidas defendidas pela associação para preservar o crescimento do setor nesse ambiente de alta na Selic seria a dedução dos juros de crédito imobiliário no imposto de renda e a elevação do teto para que quem usar o FGTS na compra de um imóvel – atualmente esse valor está em RS 1,5 milhão.

A Abrainc ponderou ainda que a principal fonte de financiamento para compradores de imóveis de baixa renda é o FGTS, que não é influenciado pela Selic. Dessa forma, com a implantação do novo Minha Casa, Minha Vida há boas perspectivas de aumento de produção para esse segmento.

- Continue lendo após o anúncio -

(Por Circe Bonatelli/AE)

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas