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Balneário Camboriú
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Comissão de Educação da Câmara de Balneário Camboriú aponta falta de computadores nas escolas

A Comissão de Educação e Cultura, Saúde e Assistência Social da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, formada pelos vereadores Eduardo Zanatta, Juliana Pavan e Arlindo Cruz, vai visitar mais duas escolas nesta quinta-feira (2).  

Computadores que eram do Ciep em depósito (Gabinete/Vereadora Juliana)

As visitas iniciaram na última semana para conhecer a realidade das escolas da cidade, e perceberam principalmente a falta de laboratório de informática.

A Comissão pretende formular um relatório com diagnóstico da educação, para isso usará um método de avaliação fundamentado no Ministério da Educação (MEC). 

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As primeiras escolas a receberem o grupo de vereadores foram o Centro Educacional Municipal Professor Armando Cesar Ghislandi, no Bairro Vila Real, e o Centro Educacional Municipal Jardim Iate Clube, no Bairro Jardim Iate Clube. 

As próximas duas escolas visitadas, nesta quinta (2), serão CEM Professor Antônio Lúcio e CEM Presidente Médici, ambas no Bairro das Nações (nas ruas Itália e Paraguai, respectivamente).

“Não há explicação”

O presidente da Comissão e vereador, Eduardo Zanatta, disse que as visitas são importantes para conhecer a realidade das escolas e núcleos de educação infantil e que recebem muitas demandas da Educação, salientando que algumas delas só compreendem estando diretamente nos locais. 

“Às vezes são problemas estruturais, outros são até simples, como materiais para uso dos professores, mas que se alguém não questionar a Secretaria de Educação, não vem para estes profissionais. Já outros problemas são complexos, como a falta de laboratório de informática, por exemplo. Não há explicação para uma escola da rede municipal de ensino não dispor ainda deste equipamento. Nós estamos na era digital, onde todos aprendemos diariamente pelas redes, não há como fugir da tecnologia”, explicou.

“Estão no sétimo ano de mandato e nada fazem”

A vereadora Juliana Pavan informou que nas duas escolas visitadas na última semana confirmaram a falta de computador, mas que uma situação no CEM Iate Clube lhe chamou atenção: uma aluna do 9º ano disse que desde quando ela estava no 5º ano (há quatro anos) não havia computadores na escola. 

“E o professor que estava na sala de aula disse que tem um projeto que não consegue colocar em prática por não ter computador. Computador é ferramenta que contribui no processo de ensino aprendizagem. Não dá para falar que Balneário Camboriú não tem condições, eles [o governo municipal] têm pleno conhecimento, estão no sétimo ano de mandato e nada fazem. Hoje tudo é informatizado, é necessário ter ensino de informática porque contribui muito. Quando você fala para as pessoas que não têm computador nas escolas municipais, elas acham que é mentira, de tão absurdo que é”, afirmou.

Depósito de computadores: “Só de enfeite”

Juliana comentou ainda que nas duas escolas visitadas viram que havia depósito de computadores – que seriam do CIEP Rodesindo Pavan – e que nenhum estava funcionando, sendo ‘só de enfeite’. 

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“Poderia ser uma sala de aula a mais, porque hoje está como depósito, e as escolas precisam de mais espaço. O Iate Clube, por exemplo, deveria atender até 350 alunos e hoje atende 700. Não tem parquinho para as crianças, o ginásio não comporta todas as turmas… aumenta o número de alunos, mas as unidades não acompanham. Não construíram mais escolas em Balneário. O prefeito Fabrício Oliveira vai entrar para a história porque não construiu uma sala de aula e ainda destruiu uma escola [o CIEP]”, acrescentou.

Falta de auxiliares de apoio para educação especial também foi percebida

Segundo Juliana, o vereador Arlindo Cruz, o único da Comissão que é da base do governo, também ficou  ‘impressionado’. 

“E ele entende que não tem justificativa. A justificativa é o descaso. Sabemos que outras unidades também estão sem laboratório de informática. Os pais sempre pedem para mandar computador para as escolas porque não têm. A cobrança vai continuar. Também sabemos da situação da falta de auxiliares de apoio para educação especial. Teve uma mãe que me marcou nas redes sociais informando que o filho dela não está indo para a escola, porque está sem o professor, e muitas crianças estariam nesta condição. Eu recebi a informação de que esses profissionais já teriam sido chamados, mas ainda não iniciaram. É absurdo, porque as aulas iniciaram no começo de fevereiro e já passou um mês”, completou.

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