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Associação de Moradores de Taquaras comemora: Engenho de Farinha rodou nesta quinta

O vice-presidente da associação de Moradores de Taquaras, Marcelo Peixoto, postou fotos nas redes informando que o Engenho de Farinha rodou nesta quinta-feira (22), com Raul Alexandre e Eulália Alexandre (dona Lala), os ‘protagonistas’ desta tradicional cultural de Balneário Camboriú, trabalhando na farinhada.

(Foto Marcelo Peixoto)

A Associação publicou também um agradecimento público a todos os participantes da Festa Raízes de Taquaras, realizada de 8 a 11 deste mês, que viabilizou gerar recursos que foram direcionados para ajudar na compra de matéria prima para o engenho rodar.

Também foram doadas cestas básicas para os ranchos de pesca de Taquaras e Taquarinhas, que estão em prontidão para a chegada de tainhas.

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O casal Alexandre com o presidente da Associação de Taquaras, Jair Euflorzino (Foto Marcelo Peixoto)

Marcelo disse que o Engenho não é mais viável economicamente e por este motivo, todos os anos parte dos recursos arrecadados na Festa Raízes são destinados para compra de matéria prima.

Ele está confiante que o projeto de lei do vereador Anderson Santos, aprovado na Câmara Municipal tornando a farinhada um patrimônio cultural (Farinhada de Taquaras é patrimonio cultural de Balneario Camboriú) vai ajudar muito na manutenção e preservação desta cultura.

“Por exemplo, ele poderá viabilizar o plantio na Interpraias, a gente quer conseguir algumas áreas para seu Raul plantar ali mandioca..é uma forma de ir ajudando e viabilizando essa prática, porque não dá lucro para eles. Por isso, todo apoio vem bem, além das dificuldades que eles têm, físicas, de saúde… e ainda assim, eles conseguem fazer duas, três farinhadas por ano e distribuem para comunidade. É aquele entrelaçamento comunitário”, disse Marcelo.

Esse ano, com o recurso recebido da festa, eles compraram a massa de farinha e inclusive a mandioca, em outros municípios, como Tijucas e Canelinha.

O casal farinheiro com Marcelo Peixoto (Foto Jair Euflorizino)

“Estamos incentivando eles a comprar a mandioca, porque tem todo aquele movimento da família, desde raspar, prensar a massa, convidamos o pessoal da escola para participar, fazer essa movimentação toda na comunidade, que era uma coisa que acontecia sempre naturalmente, mas vai ficando mais difícil. Então tudo que for possível ajudar, apoiar, nós faremos para manter viva esta tradição cultural”, disse Marcelo.

Para conhecer mais sobres os ‘fazeres e saberes’ do Engenho de Farinha de Taquaras, leia também: 

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