Congresso retoma exigência de exame toxicológico para 1ª habilitação de motos e carros de passeio

Antes, isso era exigido apenas para motoristas profissionais, como condutores de ônibus e caminhoneiros.

- Publicidade -
- Publicidade -

Prefeitura quer ceder terreno público a estacionamento de paróquia em Balneário Camboriú

A prefeita Juliana Pavan protocolou no fim da tarde de sexta-feira (9) o Projeto de Lei Ordinária nº 206/2026,...

Fim de semana em BC e região com Dia das Crianças, festas, shows nacionais e outras atrações

O fim de semana em Balneário Camboriú e região é sempre com muitas atrações especiais, incluindo shows, festas e...

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Congresso Nacional rejeitou, nesta quinta-feira (4), vetos que o presidente Lula (PT) havia feito a mudanças no Código de Trânsito Brasileiro, o que resultou na retomada da lei que exige exame toxicológico para obter a primeira habilitação nas categorias A (motos e ciclomotores) e B (veículos de passeio).

Para que seja emitida a primeira CNH (Carteira Nacional de Habilitação), é necessário que o exame toxicológico dê negativo. Antes, isso era exigido apenas para motoristas profissionais, como condutores de ônibus e caminhoneiros.

A iniciativa dos parlamentares vai na contramão do esforço do governo de simplificar o acesso à CNH.

Na segunda-feira (1º), o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) aprovou uma resolução que acaba com a obrigatoriedade das aulas em autoescola para a prova de carteira de motorista.

Ao vetar a exigência do exame toxicológico, o governo argumentou que isso aumentaria os custos para emitir a habilitação e poderia levar mais pessoas a dirigirem sem o documento.

- Continue lendo após o anúncio -

O governo também havia vetado, nessa mesma lei, o aval para que clínicas médicas que oferecem exames de aptidão física e mental também possam fazer a coleta para o exame toxicológico.

O Congresso derrubou esse ponto, permitindo que as clínicas façam a coleta, contanto que seja contratado laboratório credenciado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) para a realização do exame.

O argumento do Executivo era o de que pode haver riscos no transporte e armazenamento do material coletado e, portanto, o resultado do exame não seria confiável.

Os parlamentares derrubaram ainda um veto a respeito do uso de assinatura eletrônica para contratos de compra de veículos. Agora, o instrumento passa a ser permitido, desde que a plataforma eletrônica seja homologada pela Senatran ou pelos Detrans.

O fim da obrigatoriedade das aulas em autoescolas para a obtenção da CNH é uma bandeira do ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB). A medida faz parte de um plano para reduzir o custo e as exigências para a emissão do documento.

- Continue lendo após o anúncio -

O ministro afirmou recentemente que o custo para tirar a carteira no Brasil está entre R$ 3.000 e R$ 4.000, a depender do estado em que a pessoa faz o exame de habilitação.

Dados da Senatran indicam que 20 milhões de brasileiros conduzem sem habilitação e outros 30 milhões têm idade para obter o documento, mas não o fazem por causa dos elevados custos do processo atual. No total, há 161 milhões de brasileiros em idade legal para dirigir.

A ideia de retirar a obrigatoriedade da autoescola para obtenção da permissão de dirigir foi revelada por Renan em entrevista à Folha de S.Paulo em julho.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas

https://securepubads.g.doubleclick.net/tag/js/gpt.js window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/1102280/calhau', [300, 250], 'div-gpt-ad-1676059778060-0').addService(googletag.pubads()); googletag.pubads().enableSingleRequest(); googletag.pubads().collapseEmptyDivs(); googletag.enableServices(); });
googletag.cmd.push(function() { googletag.display('div-gpt-ad-1676059778060-0'); });
https://securepubads.g.doubleclick.net/tag/js/gpt.js window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/1102280/calhau', [300, 250], 'div-gpt-ad-1676489239337-0').addService(googletag.pubads()); googletag.pubads().enableSingleRequest(); googletag.enableServices(); });
googletag.cmd.push(function() { googletag.display('div-gpt-ad-1676489239337-0'); });
https://securepubads.g.doubleclick.net/tag/js/gpt.js window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/1102280/calhau', [300, 250], 'div-gpt-ad-1676489849713-0').addService(googletag.pubads()); googletag.pubads().enableSingleRequest(); googletag.enableServices(); });
googletag.cmd.push(function() { googletag.display('div-gpt-ad-1676489849713-0'); });
https://securepubads.g.doubleclick.net/tag/js/gpt.js window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/1102280/calhau', [300, 250], 'div-gpt-ad-1676489898509-0').addService(googletag.pubads()); googletag.pubads().enableSingleRequest(); googletag.enableServices(); });
googletag.cmd.push(function() { googletag.display('div-gpt-ad-1676489898509-0'); });