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Balneário Camboriú
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Professor questiona falta de aulas de judô em Balneário Camboriú

Fundação Municipal de Esportes explica

Professor Adides em ação (Arquivo pessoal)

O professor de judô, Adides Dimas dos Santos, procurou o Página 3 para criticar a falta de apoio à modalidade e os salários baixos para os professores. 

Segundo Adides, somente no Bairro dos Municípios estariam acontecendo aulas, além de que os professores recebem um salário baixo por 20h/aulas semanais (R$ 800,00). 

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O superintendente da Fundação Municipal de Esportes, Osmar de Miranda (Mazinho) também se pronunciou sobre o assunto. Acompanhe.

Esporte estaria sendo ‘desprezado’ pela FMEBC

Adides salienta que tem 68 anos e 54 foram dedicados ao judô. Ele atuou por 30 anos em Itajaí e 24 em Balneário, sua cidade natal. 

“De 2012 a 2016 trabalhei na Fundação Municipal de Esportes, fiz um trabalho maravilhoso nas escolas e ginásios. Ano passado percebi que não tem judô em nenhum local, só tem no Bairro dos Municípios… como o pessoal vai se deslocar, por exemplo, da Barra para o Municípios, do Ariribá para o Municípios”, questiona.

O professor lamenta esta situação, porque o judô é uma modalidade pioneira em Balneário e na sua opinião, o esporte está sendo ‘desprezado’ pela Fundação Municipal de Esportes. 

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“Os professores estão recebendo por 20h/aulas semanais R$ 800/mês. É uma violência! Discriminam os professores e o judô, que hoje só tem nas escolinhas particulares, e é muito raro”, afirma.

Adides participou do processo seletivo, mas não aceitou ser contratado por R$ 800/mês.

 “Imagina trabalhar de graça para uma prefeitura milionária? Isso, para mim, é discriminar o esporte. Fora que o superintendente é um incompetente, não conhece de esporte, não sabe o trabalho que um professor passa. Se gasta muito mais de 20h/semana. Quero saber o por que da discriminação no rendimento (salário dos professores) e porque o judô foi abandonado pela Fundação. Os alunos estão parados, inclusive alguns migrando para outros esportes, porque não tem judô. Essa situação precisa ser resolvida”, completa.

O que diz o superintendente da FMEBC

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O superintendente da FMEBC, Osmar de Miranda (Mazinho), explica que a questão salarial é uma reivindicação dos profissionais de Educação Física, que pedem pelo reajuste. 

“Fizemos um acordo com eles que vamos reativar essa pauta com o prefeito Fabrício Oliveira em setembro. Foi o prazo que o prefeito pediu”, pontua.

Judô acontece nos bairros Municípios, Nações e Vila Real

Sobre a situação do judô, Mazinho nega que a modalidade acontece somente no Bairro dos Municípios. Segundo ele, há aulas também nos bairros Vila Real (na antiga Casa da Criança) e Nações (no Centro Olímpico), ministradas pelo professor Sérgio Borba.

“E vamos inaugurar o Centro de Artes Marciais, que será no Bairro dos Municípios (saiba mais aqui), até o próximo mês. A intenção é fazer uma chamada pública para mais interessados na modalidade de judô – mas vai ter no Centro também karatê, jiu-jitsu, taekwondo e boxe chinês, todas as clássicas”, acrescenta.

Ele reforça que é uma ‘inverdade’ o fato de que só há judô no Municípios, salientando que há mais artes marciais pelos bairros. 

“O Bairro das Nações tem também karatê e taekwondo e a Barra está começando com polos de capoeira, e na Vila Real e Iate Clube tem projeto consolidado de jiu-jitsu e taekwondo”, afirma.

Investimento no esporte ‘faz parte do cotidiano’

Mazinho aproveita para explicar que o investimento no esporte faz parte do cotidiano de Balneário e que o governo municipal investe tanto em eventos nacionais que acontecem na cidade como também nos esportes de rendimento e base. 

“O atletismo, por exemplo, vai para o Troféu Brasil, que é o maior evento de atletismo do Brasil, com apoio da FMEBC. Reformamos o estádio do Bairro das Nações, vamos reformar o ginásio do Bairro da Barra, vamos entregar o novo campo do Bairro dos Municípios. Tudo isso requer recursos e trâmites legais. Também apoiamos entidades, como a AMA Litoral e Afadefi. Ou seja, o investimento no esporte é em todos os setores: eventos, rendimento e infraestrutura, através dos complexos esportivos”, completa.

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