A Secretaria da Fazenda anunciou esta semana a redução do tempo médio para abertura de empresas que em julho levava mais de três horas e hoje precisa de cinco horas, o que representa uma economia de 95% no tempo de espera.
A secretária da Fazenda, Magda Bez, disse que a mudança se deve ao sistema, que modernizou os processos de licenciamento empresarial, com destaque para a implantação do sistema Regin 2.0 e a viabilidade automática.
Hoje a etapa de viabilidade é finalizada em três horas, porque a prefeitura adotou um sistema que usa inteligência artificial para a análise automática dos pedidos, eliminando a espera que dependia da tramitação manual entre setores. A fase seguinte, de registro da empresa, precisa de duas horas.

“A formalização da abertura da empresa é quase sempre possível no mesmo dia e através desta transformação digital, tornamos realidade uma mudança muito aguardada pelo setor”, detalhou Magda.
Ela acrescentou que a iniciativa prova que é possível aliar tecnologia à desburocratização e atende uma demanda antiga dos empreendedores.
A implantação do Regin 2.0 começou em agosto, quando a viabilidade automática entrou em operação, conforme cronograma anunciado pela administração municipal.
O sistema substituiu processos manuais por análise inteligente, mantendo a mesma interface de acesso para os contribuintes, mas alterando a velocidade de resposta.

