Estudantes da Univali acompanharam debates estratégicos da Amazônia para a COP30

Acadêmicos de Direito e Relações Internacionais acompanham formalização da declaração do Parlamaz, conectando formação acadêmica ao debate global sobre mudanças climáticas

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Alunos de Direito e Relações Internacionais da Univali acompanharam de perto a articulação política e ambiental em Brasília, em outubro, participando de reuniões com a Comissão de Relações Exteriores da Câmara e do Senado, para formalizar a declaração do Parlamento Amazônico (Parlamaz) destinada à COP30, que inicia no próximo dia 10, em Belém.

A programação contou com parlamentares dos oito países que compartilham o território da Amazônia e abordou temas como integração regional, bioeconomia e proteção da floresta, sob a liderança do presidente do colegiado, senador Nelsinho Trad (PSD–MS). Os países amazônicos concordaram, em declaração final, com a necessidade de comprometimento com a proteção da floresta e com a realização da COP 30 em Belém.

A agenda dos estudantes também incluiu audiências públicas, como o evento “Protegendo o coração do nosso planeta: o roteiro dos parlamentares para uma Amazônia livre de combustíveis fósseis e o papel das mulheres para um futuro com justiça climática”, organizado pelo grupo Parliamentarians for a Fossil-Free Future com apoio da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, presidida pela deputada Célia Xakriabá. Os alunos observaram de perto como diferentes atores articulam estratégias de preservação ambiental e como a construção de políticas internacionais envolve múltiplos níveis de negociação, cooperação e justiça social.

Essa vivência integrou a visita técnica à Brasília promovida pela Univali, reforçando o papel da universidade em proporcionar experiências acadêmicas que conectam teoria e prática. Quatorze alunos dos cursos de Relações Internacionais e Direito participaram de uma imersão inédita que os colocou no centro de decisões históricas do país.

O professor do curso de Relações Internacionais Diego Lopes, que acompanhou os estudantes na viagem à Brasilia, em outubro, considerou uma oportunidade de acompanhar debates reais que influenciam políticas climáticas globais.

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“Os estudantes ganham compreensão aprofundada sobre governança ambiental, participação democrática e negociações internacionais, ampliando sua formação para além da sala de aula”afirma. 

A experiência também evidenciou que a COP30 é um espaço de aprendizagem e engajamento, onde jovens acadêmicos podem se tornar observadores e futuros protagonistas de políticas que moldam o futuro do planeta.

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