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Balneário Camboriú
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Moradores denunciam descarte irregular de material de construção e de móveis em terrenos de Balneário

Prefeitura acompanha as denúncias, de difícil solução, porque os moradores não fazem o ‘dever’ correto

Moradores do Bairro da Barra denunciaram ao Página 3 que as ruas Amara Pereira Correa e Rua Maurício V. Cunha se transformaram em locais de despejo de material de construção e de móveis. 

(Divulgação)

O secretário de Obras de Balneário, Osmar de Souza Nunes Filho, o Mazoca, confirmou e disse que isso acontece em diversos pontos do município.

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Segundo os moradores, a prefeitura vai até os terrenos utilizados para descarte com caminhões, recolhem e limpam tudo, mas que pouco depois já chegam carros e caminhões e voltam a despejar lixo.

O secretário de Obras disse que além da Barra, esses descarte errado acontece no Nova Esperança, na Interpraias, no Bairro São Francisco de Assis, o Barranco, localizado na cidade vizinha, Camboriú. 

“Infelizmente, as pessoas ao invés de colocar em local para a Ambiental recolher, fazem isso, descartam em qualquer lugar. A solução seria ter um local gratuito para descarte desse material”, explicou. Vale lembrar que a vereadora Juliana Pavan sugeriu a criação de um banco de material de construção, relembre aqui).

Mazoca pontuou que até um tempo atrás havia um terreno de descarte no Bairro da Barra, mas que a prefeitura proibiu e agora, por não haver esse local gratuito, as pessoas estão descartando em diversos pontos pela cidade. 

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“A cada 15 dias nós limpamos, e sempre temos que voltar porque tem mais lixo. Sempre jogam de novo – usam beiradas de rua, terrenos públicos ou espaços vazios, sem o proprietário usar. A Secretaria de Obras não pode ficar monitorando, mas atuamos junto com a Fiscalização, porque há normas. Quando recebemos informações sobre quem descartou, os fiscais notificam a pessoa”, acrescentou. 

Pichação também é um problema

Mazoca aproveita para citar que outro problema enfrentado na cidade é a pichação, como a ocorrida recentemente na escolinha de surf da praia central (relembre aqui).

(Divulgação)

“E é difícil flagrar, igual como acontece no descarte de lixo, porque as pessoas fazem durante à noite ou na madrugada. A pichação está sendo demais, não cuidam do equipamento público. Acho que poderíamos colocar placas ‘quem ama, cuida’, porque picham tudo, os parquinhos, praças, a escolinha de surf. Vários muros pela cidade estão pichados… um morador pintou há um mês o muro da frente da casa dele, na Avenida do Estado, e já picharam de novo”, completou.

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