MPSC denuncia por corrupção o prefeito de Balneário Piçarras e outras pessoas

O Prefeito e quatro integrantes do núcleo empresarial continuam presos preventivamente

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O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ofereceu denúncia contra integrantes de uma suposta organização criminosa investigada por corrupção ativa e passiva, fraude à licitação, pagamento irregular em contratos administrativos e lavagem de dinheiro, no município de Balneário Piçarras. 

A denúncia é decorrente da Operação Regalo, em 19 de maio, do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), em apoio ao Grupo Especial Anticorrupção (GEAC) do MPSC. 

O Prefeito e quatro integrantes do núcleo empresarial continuam presos preventivamente, mas possivelmente serão liberados pela justiça após a análise da denúncia.

Foram denunciados:

  • Tiago Maciel Baltt, prefeito do município de Balneário Piçarras;
  • Jeferson Radtke, administrador da empresa FJ Construtora Ltda.
  • Anderson Minatti Schmidt, administrador da empresa Construtora Schroeder e Schmidt ltda;, 
  • Guilherme Jorge Schroeder, administrador da empresa Construtora Schroeder e Schmidt ltda;
  • Bruno Gomes de Campos, funcionário da empresa FJ Construtora Ltda.;
  • Orli Carlos Ferreira Júnior, ex-secretário de Obras de Balneário Piçarras;
  • Arthur Fillipe Ribeiro, secretário de Obras de Balneário Piçarras, 
  • André Guilherme Hoepfner, empresário;
  • Luiz Bunki Otsuka, administrador da empresa Mercolux Comercial Elétrica Ltda.

Afirma o MPSC que entre setembro de 2023 e julho de 2025 essas pessoas constituíram e integraram organização criminosa com o objetivo de cometer crimes de corrupção ativa e passiva; fraude ao caráter competitivo de licitações e lavagem de dinheiro . 

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O prefeito Tiago Maciel Baltt, segundo a denúncia do MPSC, exerceu liderança política e decisória no âmbito da organização criminosa, recebendo vantagens indevidas de forma reiterada, sendo elemento central para a estabilidade, coordenação e permanência da organização criminosa.

A reportagem do Página 3 não conseguiu falar com os denunciados ou seus advogados, mas o espaço permanece disponível para manifestações.

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