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Novas estratégias de segurança da Guarda Municipal baseadas em pontos sensíveis de Balneário Camboriú

Até março, somente neste ano, foram 163 prisões em flagrante feitas pela GM

Foi notícia no Página 3 as sete prisões de foragidos realizadas em Balneário Camboriú pela Guarda Municipal em apenas um dia, quinta-feira, 18 de abril (relembre aqui).

O secretário de Segurança, Antônio Gabriel Castanheira Junior afirmou que elas aconteceram por conta de novas estratégias que a GM vem aplicando.

Áreas sensíveis em foco

De acordo com Castanheira, o novo estatuto da Guarda Municipal, aprovado recentemente e que deverá ter um veto do prefeito Fabrício Oliveira (leia aqui), trouxe alguns pontos que o favorecem como gestor. 

“Estou preparando um curso que vamos fazer nos próximos meses, de ROMU (Ronda Ostensiva Municipal), para colocar novos integrantes nessa unidade de reforço muito importante para a GM e também estou desenhando novas estratégias, que estão dando resultado, tanto que em poucas horas prendemos sete foragidos, como o Página 3 publicou. De 5 prisões por furto em fevereiro fomos para 24 em março. Estamos com várias estratégias que estamos analisando”, diz.

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O secretário detalha – foi ‘refinado’ o relatório da Guarda Municipal, com um filtro mais específico do que acontece na cidade e onde acontece, para assim conseguirem ser mais pontuais na resolução de problemas. 

“Tanto que aumentou o número de prisões. Estamos trabalhando muito com ações. Aparentemente resolvemos, por enquanto, o problema no Pontal Norte, mas temos que continuar lá por tempo indeterminado com patrulhamento e saturação. Pedi que os supervisores fizessem relatório com áreas mais sensíveis e estamos desenhando reforço em cima disso e está dando muito resultado. Há áreas sensíveis também no centro, na faixa de areia da Praia Central e nos bairros, onde estamos intensificando rondas e abordando muito, dando um gás”, acrescenta.

Mesmo homem preso quatro vezes em um mês

Castanheira afirma que a GM tem uma produtividade ‘absurda’, mas que às vezes isso é levado de outra forma, com pessoas comentando que ‘a cidade está virada’. 

“E não é isso. A cidade tem crimes, tem cara que foi preso por furto quatro vezes em um mês, que é nosso conhecido, tem 25 anos e está em situação de rua. Foram quatro vezes que nós flagramos, fora as vezes que a PM pegou ou que ele conseguiu ter sucesso no furto. Há uma engrenagem da segurança – nem sempre aumentam os crimes por problema das forças de segurança, pois se o criminoso está sendo preso, o trabalho está sendo feito – se tivesse ficado preso, talvez poderíamos ter evitado furtos na cidade”, analisa.

Não tem como saber se todos os conduzidos ficam presos

O secretário completa citando que ‘tem gente que acha que é fácil solucionar a segurança da cidade’, afirmando que já ouviu pessoas falarem de ‘colocar uma base fixa em cada bairro’. 

“Não é assim. Estamos prendendo muito, fazendo muitas operações, são números absurdos só da GM. Sete prisões em um dia só da Guarda! É muita coisa para a segunda menor cidade de SC. Mas por que não abaixam os números? Porque há pessoas que não estão ficando presas, isso acontece. Se é mandado de prisão, como os de quinta-feira, a pessoa fica presa, mas as outras que fazemos não tem como confirmar que a pessoa fica presa. Até março, somente neste ano, foram 163 prisões em flagrante feitas pela GM. Não está no nosso controle quem fica preso, e na hora de culpar falam da PM e GM. Tem inquérito civil, judiciário, Ministério Público, audiência de custódia, penas alternativas… tudo isso influencia diretamente na segurança e esses sistemas não são cobrados”, finaliza.

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