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Balneário Camboriú
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Paratleta de Balneário pede apoio para treinar em Itajaí: Fundação de Esportes disse que é possível

O paratleta de Balneário Camboriú, Arthur Cauê Teixeira Camargos, que na última semana competiu no Campeonato Brasileiro de Atletismo Sub-17 e Sub-20, no Centro de Treinamento (CT) Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, e a técnica dele, Gevelyn Almeida, relataram ao Página 3 a falta de apoio que estão tendo por parte do município. A Fundação Municipal de Esportes de Balneário Camboriú (FMEBC) também se pronunciou sobre o assunto. Acompanhe.

Paratleta afirma que tem problemas em relação aos treinos

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Arthur tem 15 anos e representa Balneário através do Instituto Catarinense de Esportes para Deficientes (ICED), na modalidade corrida em cadeira de rodas (ficou em 2º lugar nos 100 e 200m, no campeonato da última semana). Ele inclusive participará da seleção catarinense, em evento que acontecerá em setembro. 

“Tenho grandes expectativas de ter bons resultados, mesmo tendo problemas em relação aos treinos”, diz.

Técnica e paratleta: não tem como treinar na pista de Balneário

A técnica dele e também paratleta, Gevelyn Almeida, reforça que falta apoio de treinamento por parte da FMEBC. “Atualmente a Fundação Municipal de Esportes fornece apoio para transporte de diferentes modalidades esportivas do esporte convencional em Balneário Camboriú, onde solicitamos apoio de deslocamento para o treinamento do atletismo ao município de Itajaí, na pista sintética, e até o momento não conseguimos, inclusive está sem professor contratado do paradesporto”, relata.

Não é de hoje que há reclamações sobre a pista de atletismo de Balneário, que fica no Bairro das Nações. Uma nova pista é promessa do governo do prefeito Fabrício Oliveira, mas ainda não saiu do papel. 

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“Cadeirantes não tem como treinar na nossa pista municipal em virtude das condições que temos. Se treinássemos nela, aumentaríamos os índices de lesões no ombro pelo deslocamento da cadeira de rodas esportiva, que torna-se muito pesada e afunda, além de danificar o equipamento que custa aproximadamente R$20.000,00 e a manutenção se torna muito onerosa”, acrescenta Gevelyn. 

Ela disse que Arthur vem fazendo uma preparação intensa através da Academia MFC, mas que poderia ter resultados ainda melhores, se tivesse o apoio da FMEBC nos treinos na pista sintética de Itajaí. 

“Eu como técnica dele venho solicitando apoio à FMEBC para deslocamento desse menino e do seu equipamento de competição, pois na nossa pista não há condições”, pontua.

O que diz o presidente da FMEBC

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O jornal procurou o presidente da FMEBC, Osmar de Miranda, o Mazinho, e ele explicou que a Fundação tem condição de fazer o transporte que é solicitado. Porém, pontuou que a técnica de Arthur, Gevelyn, não pode ser contratada pela prefeitura via decisão judicial (ela perdeu o prazo de inscrição dado pela FMEBC). 

“Mas a questão do Arthur é tranquila. Conseguimos sim fazer o transporte dele, basta ele oficializar o pedido. Quem está responsável é o professor Caique Rovigo, da AFADEFI (Associação de Apoio às Famílias de Deficientes Físicos de Balneário Camboriú). Conseguimos fazer o transporte do Arthur a partir da próxima semana, pois nesta estamos na Olesc (Olimpíada Estudantil Catarinense)”, afirma.

*Matéria atualizada

A técnica Gevelyn solicitou réplica ao superintendente Mazinho:
“Em resposta ao Superintendente referente a perda do prazo de inscrição da referida prova para o cargo do paradesporto para a FMEBC, não perdi o prazo como foi alegado.
Salientando que no período de entrega documental do seletivo de 10 a 14 de Janeiro de 2022, especificamente no dia 11/01 comuniquei meus superiores que estava apresentando sintomas gripais e tinha tido contato com duas pessoas que positivaram pra COVID.
Naquela oportunidade estava contratada pela FMEBC como profissional do Paradesporto, e estive acompanhando um Para-Atleta em São Paulo por vários dias, e em retorno no dia 11/01 comuniquei meu superior sobre os sintomas que pediu que procurasse atendimento consultasse e se assim da recomendação médica me afastasse, os sintomas se agravaram no decorrer dos dias e o diagnóstico de COVID confirmado.
Protocolei os documentos do seletivo pelo 1Doc já que não podia ir presencialmente na FMEBC como previa o edital, e não tinha condições de me deslocar em um cartório fazer uma procuração para que qualquer outra pessoa entregasse pra mim presencialmente na FMEBC.
Cabe acrescentar que entrei com um mandado de segurança por meio de advogada para fazer a prova presencial no dia 30 de janeiro ao qual foi deferido por meio de liminar, passei em primeiro lugar e não existe nenhum impeditivo judicial para a minha contratação como alega o superintendente.
Importante salientar que essa situação que aconteceu comigo poderia ter acontecido com qualquer servidor em seu exercício laboral e não estamos assegurados em nada, sem contar que infelizmente essa prerrogativa do edital inclusive da entrega presencial documental de um simples pagamento de taxa e ficha inscrição é arbitrária até a pessoas não residentes na nossa cidade sem contar que temos a tecnologia ao nosso favor e temos que usá-la como é o caso da plataforma 1Doc”.

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