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Os clubes de futebol mais seguidos nas redes sociais

Se antes bastava ao time ter jogadores habilidosos e catimbeiros, hoje o clube precisa saber lidar com as mídias sociais. É quase como uma outra forma de esporte, ter seguidores implica em propagar sua marca mundo afora. Trata-se de uma troca incessante entre clubes/marcas e patrocinadores que, para além das verbas publicitárias, promovem uma revolução geográfica. Você pode torcer e acompanhar ao vivo o dia a dia do seu clube do coração mesmo que ele esteja do outro lado do planeta. 

Hoje, a marca mais seguida na internet é o Barcelona. O clube catalão tem mais que um Brasil de seguidores, são duzentos e quarenta milhões espalhados pelas plataformas virtuais. O Barcelona administra suas redes a partir de um modelo que integra todas as faces do fabuloso negócio que é o futebol. Essa integração de mercados gera receita.

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É da Espanha também o segundo clube mais seguido da internet, o Real Madrid. Outro Brasil de seguidores, duzentos e vinte milhões, audiência muito valorizada, principalmente depois da saída do português Cristiano Ronaldo que não promoveu nenhum abalo junto às redes. Isso, de fato, significa que os clubes administram com maestria esta estrutura virtual.  

Catalães e madrilenhos têm mais seguidores que habitantes no Brasil, e por que a insistência na comparação? Trata-se de um parâmetro ideal, pois o país do futebol também não é mais o mesmo. Os clubes brasileiros, e muitos até se esforçam, não têm a mesma competência administrativa dos clubes europeus, e não a têm porque as entidades representativas do futebol brasileiro andam muito mais preocupadas em gerir os próprios negócios do que administrar aquele que seria seu único negócio, o futebol. Mas sigamos.

Na terceira posição aparece o maior vencedor da Premier League, Manchester United com cento e quarenta milhões de seguidores. Os treze títulos da Premier contribuem bastante para este número que, embora muito inferior aos dos clubes espanhóis já mencionados, é muito superior aos demais clubes mais bem colocados neste ranking, o que infere afirmar que gestão é componente fundamental para que qualquer clube mantenha uma situação privilegiada. Isso não seria novidade, mas basta comparar o mercado da bola europeu com qualquer outro centro para ter a dimensão de como a gestão virtual se tornou propulsora dos negócios operados no meio futebolístico.

E vem da velha Itália o quarto clube mais seguido nas redes sociais, a tradicional Juventus com noventa e um milhões de fãs pelo mundo. Ali, muito próximo em número de seguidores, mais um clube inglês, o Chelsea com noventa milhões de seguidores. Se deram conta destes números? Perceberam o potencial publicitário? Cinco clubes, três países, quase oitocentos milhões de seguidores capitalizando virtualmente uma engrenagem fabulosa. Mas e até o décimo lugar nesta lista de clubes privilegiados?

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Liverpool, oitenta e seis milhões de seguidores, Paris Saint Germain, oitenta e quatro milhões, Bayern de Munique, setenta e oito milhões, Arsenal, setenta e cinco milhões e Manchester City, setenta e dois milhões de seguidores. São mais três agremiações inglesas, uma alemã e uma francesa, o que pode nos levar ao questionamento da abrangência deste sistema e nos determos apenas na eficiência administrativa, afinal, são cinco clubes ingleses entre os dez mais seguidos. 

Os clubes brasileiros talvez melhor espelhem a questão administrativa. O Flamengo é o clube brasileiro mais bem colocado no ranking, tem o décimo primeiro lugar com trinta e quatro milhões de seguidores. Tal número tem explicação em fatores óbvios, uma torcida enorme, provavelmente a maior do mundo, muitas conquistas recentes e a já famosa competência administrativa.

Na décima quarta posição aparece o Corinthians com vinte e quatro milhões de seguidores, e na décima oitava o São Paulo, são quinze milhões os seguidores do clube do Morumbi. Muito notadamente, agremiações que nas últimas décadas deram uma verdadeira guinada no modo de trabalharem suas marcas.

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As redes sociais são investimentos mesmo para aqueles que as utilizam. O torcedor tradicional é um apaixonado pelo time, já o seguidor é um pragmático, sabe que também está sendo visualizado por outras pessoas e sabe que seguindo este ou aquele clube, esta ou aquela pessoa, seja um artista, um influenciador, um atleta, captar para si visibilidade e status. Trata-se da troca, trata-se de um meio de mercantilizar a própria imagem. Os clubes de futebol sabem disso e sabem como administrar as paixões e os desejos por status e sucesso. Tudo isso se traduz, afinal, em publicidade, a grande sacada de um mundo cada vez mais global. Eis a rede, eis o mundo virtual.

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