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“Exijo que ele nos respeite”: Marcelo Achutti rebate fala de Piriquito sobre o MDB estar no governo de Fabrício

O secretário de Educação de Balneário Camboriú, Marcelo Achutti, vereador licenciado pelo MDB procurou o Página 3, para responder às falas que o ex-prefeito, Edson Renato Dias, o Piriquito, vem fazendo sobre ele e a respeito do MDB, partido que ele integrava (atualmente ele é do Republicanos), publicadas pelo jornal nesta segunda-feira (17) (leia aqui).

Achutti disse que viu os comentários de Piriquito e que o ex-prefeito e ex-MDB também lhe enviou mensagens agressivas. Em comentários em sua rede social Instagram, Piriquito disse que era ‘lamentável’ Achutti ter deixado de ser vereador e assumir como secretário de Educação, já que antes era da oposição e agora é da base do governo de Fabrício Oliveira. 

“No governo dele [de Piriquito] ocupei diversos cargos – fui secretário de Articulação, diretor da Emasa, superintendente do Funservir. Quando ele fala em ‘lamentável’ eu estar na Educação, não deve ser sobre minha competência, mas quero compreender, porque é engraçado. Ele sempre me elogiou, dizia que eu tenho know-how… fora que o Piriquito não faz mais parte do MDB, mas quando ele articulava com outros partidos, dizia que era para ajudar a cidade, mas agora que nós fizemos isso, é por cargos? Respeito ele como pessoa, mas exijo que ele nos respeite, em consideração a tudo que ajudamos ele a construir”, explicou.

O secretário de Educação comentou ainda que quando o MDB foi convidado para fazer parte do governo de Fabrício toda a base do partido foi consultada e que inclusive o tio de Piriquito, Plínio, votou favorável. 

“O Piriquito saiu do MDB porque ele quis, e quando disse que ia sair, nós pedimos para ele ficar. Ele está no Republicanos, que é o partido que está muito alinhado com o prefeito Fabrício, a exemplo do vereador Alessandro Kuehne, o Teco, que é muito fiel e é da base. Esse Piriquito não é o que eu conheço. Fico perplexo porque eu, Nilson Probst e Elizeu Pereira ajudamos ele na candidatura dele a deputado estadual, mesmo tendo saído do MDB, mesmo estando no Republicanos, partido do Carlos Moisés, governador que não ajudou nada em Balneário Camboriú. Ele deve estar passando por problemas e descontando em pessoas que o ajudaram e que o reconheciam como uma liderança… é triste”, acrescentou.

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Achutti aproveitou para rebater também a fala de Piriquito sobre ‘duvidar’ que o MDB venha com um candidato à majoritária em Balneário Camboriú em 2024, e disse que isso pode acontecer, porque Fabrício não será candidato e que ele e Nilson podem concorrer, pois são ficha limpa, diferente de Piriquito, que está inelegível pelos próximos oito anos. 

“2024 está logo ali, quem sabe muda a legislação e ele possa vir a candidato, mas hoje não está apto. Se ele quer vir a prefeito, como quer construir uma campanha sem apoio? Está chutando todo mundo. Se ele tanto fala do MDB, convido ele a voltar, mas hoje ele está no Republicanos, e deveria focar nisso, colocar a mão na consciência, não ter rompantes. Desejo sucesso a ele e peço que tenha respeito ao MDB, que é o grupo político que sempre o apoiou. É lamentável acompanhar ele atacando companheiros e amigos… não consigo compreender”, completou.

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