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Juliana Pavan foi ao MP por falta de projeto para empréstimo de R$ 100 milhões

A vereadora Juliana Pavan foi ao Ministério Público na sexta-feira (21) para falar com o promotor da moralidade administrativa, Jean Forest, sobre o empréstimo de R$ 100 milhões para a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), autorizado pela maioria dos vereadores no último dia 19.

Na ocasião, Juliana pediu vistas ao projeto, mas não lhe foi concedido. Ela votou contra, juntamente com os vereadores André Meirinho, Eduardo Zanatta, Lucas Gotardo e Patrick Machado.

A vereadora foi ao MP buscar mais informações sobre onde os R$ 100 milhões serão aplicados, a  Estação de Tratamento de Esgoto e a macrodrenagem da Avenida Atlântica, duas obras que até o momento não possuem projeto.

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“Conversei com o dr. Jean Forest e, dentre os assuntos, falamos da contratação do empréstimo de R$ 100 milhões. O MP também está acompanhando, mas me informaram que a lei precisa ser sancionada para poderem ver todo o processo do empréstimo, pois quando forem contratar será solicitado o projeto executivo”, detalhou a vereadora.

Juliana defende que todo recurso captado para Balneário Camboriú é bem-vindo, como os convênios com a União e Governo do Estado, porém, em se tratando de empréstimo, é preciso prudência, pois ficará de dívida para os próximos prefeitos.

“Serão 10 anos de dívida para nós contribuintes. Com tudo isso, não me deu segurança de votar favorável, por isso fiz pedido de vista para ter mais informações, visando adiar a deliberação para estudar melhor o assunto, porque não tivemos tempo, veio o pedido de regime de urgência em dois dias; como foi barrado o pedido de vista, votei contra, e agora estou em busca de informações em relação ao projeto executivo”, acrescentou.

Juliana afirmou que não há segurança se a verba será direcionada para as obras, porque no projeto foi citado ‘de forma genérica’ e destacou “que é preciso responsabilidade”. 

“Falo da necessidade de informações básicas. Precisamos resolver um problema grave que é a situação do esgoto, mas qual é a certeza que temos? Há pouco tempo ficamos sabendo que a prefeitura retirou milhões da Emasa, que é superavitária e queremos saber por que tiraram, e agora estão fazendo empréstimo para suprir essa retirada. São informações que precisamos ter. A prefeitura precisa tratar disso tudo com responsabilidade e transparência”, argumentou.

Ela disse que não é contra as obras, e que inclusive foi a única vereadora a cobrar a macrodrenagem, que deveria ter sido feita antes do alargamento da faixa de areia da Praia Central. 

“Já estamos no fim de julho e a obra de reurbanização só pode acontecer se fizerem a drenagem. Sem falar que o prefeito não apresenta os projetos para todos os vereadores, somente para a base, e quando pedimos informações, não respondem. Custava fazer reuniões e trazer informações? Eu achei que o governo traria informações consistentes, mas não aconteceu, só queriam aprovar o projeto”, finalizou.

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