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Projeto em Balneário Camboriú vai identificar profissionais capacitados em primeiros socorros nas escolas municipais

Foi aprovado nesta semana, pela Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, um projeto da vereadora Juliana Pavan que visa agilizar os atendimentos de primeiros socorros e garantir a segurança em emergências nas escolas e creches da rede municipal de educação.

O projeto aprovado na sessão da última quarta (21) vem aprimorar a legislação existente sobre a obrigatoriedade de disponibilização de funcionários capacitados para prestação de primeiros socorros nas escolas e creches municipais de Balneário Camboriú. 

A proposta de Juliana vai além da já existente e quer garantir que as unidades de ensino mantenham uma identificação nominal dos profissionais que são qualificados para os atendimentos, afixada em local visível a todos os servidores do local.

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Juliana aponta que a medida é fundamental para agilizar o atendimento em emergências, como acidentes ou mal súbito, que podem acontecer em qualquer momento, ainda mais em locais envolvendo crianças e adolescentes, para assim garantir a segurança dos alunos e funcionários das unidades. 

“A importância em ser informado o nome dos profissionais, em local visível a todos dará mais agilidade aos procedimentos que se fizerem necessários e que, por norma, poderá salvar vidas e evitar agravamento de situações relacionadas aos primeiros socorros”, disse.

Quedas e torções são comuns, diz servidora

Em uma das maiores escolas da cidade, o Centro Educacional Municipal (CEM) Antônio Lúcio, no Bairro das Nações, que tem cerca de 900 alunos e atende do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental, não são raros os registros de acidentes.

Para a servidora Patrícia Gislaine Alves da Silva, que há 10 anos trabalha na limpeza e é também bombeira civil, a lei da vereadora Juliana é muito importante. 

“Os acidentes mais comuns são quedas, torções e batidas de cabeça, na Educação Física. Como tenho formação, procuro auxiliar. A lei é fundamental para sabermos quem é o responsável para avaliar a gravidade do caso e, assim, salvar vidas”, afirmou Patrícia.


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