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Balneário Camboriú

Lei Aldir Blanc: Balneário pagou 100,22% do valor aos artistas contemplados

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A Fundação Cultural de Balneário Camboriú finalizou o pagamento de 100,22% do valor da Lei Aldir Blanc, beneficiando 142 artistas diretamente. O valor ‘a mais’ foi realocado da verba da própria Fundação para beneficiar seis artistas que ficaram na suplência em um dos editais.

Os beneficiados terão agora que apresentar as contrapartidas (os projetos para os quais foram aprovados) com a verba que receberam, que deve ser utilizada para a produção cultural. Há trabalhos nas áreas de Memória Iconográfica, Preservação do Patrimônio Cultural, Fomento ao desenvolvimento artístico-cultural, Literatura, Música e Dança.

100,22% de verba

A presidente da Fundação Cultural de Balneário Camboriú, Denize Leite, explica que receberam R$ 942.688,97 do governo federal, mas foram distribuídos R$ 943.740,54 (100,22% de verba).

“Fizemos a mais. Havia sobrado um valor do edital 006, que contou com poucos inscritos, e lançamos novos, mas o período era curto e tínhamos que pagar tudo até dezembro. Com a medida provisória tivemos a possibilidade de remanejar o nosso saldo, conseguimos junto com o auxílio da Procuradoria Jurídica bloquear esse valor e conseguimos contemplar dois suplentes (um quarteto e uma dupla) do edital de artesãos (edital 10). Foi um aporte financeiro de R$ 60 mil, parte da Lei Aldir Blanc e parte do orçamento que a Fundação já tinha, contemplando mais seis artistas”, explica.

Aldir Blanc cumprida ‘com excelência’

Denize diz que a FCBC cumpriu ‘com excelência’ o objetivo da Lei Emergencial, contemplando o maior número possível de artistas – 142 ao total diretamente, fora toda a cadeia que será contemplada por trás disso, já que para alguns dos projetos os artistas premiados precisarão contratar equipe.

“A Fundação fez um esforço gigantesco para que esse recurso realmente chegasse em quem precisava. Houve dificuldade na questão documental, mas não podíamos ser flexíveis por conta da lei, era um processo burocrático, há um rito de gestão pública que precisa ser seguido, mas fomos sensíveis e tentamos ao máximo ajudar a classe”, salienta.

Trabalho intenso

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A presidente relembra que, ainda em junho, a Fundação fez 2.150 ligações para os artistas cadastrados na PINC (Plataforma de Interação Cultural), explicando como eles deveriam fazer para conseguirem participar da Lei Aldir Blanc.

“Foi um trabalho muito intenso. Inicialmente lançamos quatro editais, e sobrou R$ 450 mil. Nosso objetivo era esgotar esse valor, não queríamos que retornasse recurso, não iria ficar para a Fundação, queríamos que chegasse até os artistas, e então abrimos mais três editais, com a possibilidade de inscrição coletiva. Foram, praticamente, sete LICs (Lei de Incentivo à Cultura) lançadas em três meses”, conta.

Prazo para as contrapartidas

Algumas das contrapartidas já entregues, Susi Brito e alguns artesanatos

Agora, começa o processo da entrega das contrapartidas (os projetos inscritos pelos artistas), alguns já entregaram, como a cantora Susi Brito, que participou das Cantatas Natalinas e alguns artesãos. Os artistas terão que entregar as contrapartidas até março (se for algo presencial) ou abril (se for online).

“Muitos projetos bacanas vão acontecer, a comunidade mesmo em pandemia vai poder usufruir e ver o quanto Balneário Camboriú pode produzir culturalmente. Os editais do artesanato, 7 e 10, demandaram muito esforço por conta dos artesãos (dos grupos Sambaquis, Mãos da Barra, Artesão da Vila do Artesanato, da Feira da Praça da Cultura, etc.), que produziram com muita qualidade. Nós fechamos uma parceria com o Sindisol e queremos fazer uma ‘vitrine’ nos hotéis, onde os turistas poderão conhecer esses trabalhos, com informações também das feiras que estão acontecendo na cidade (saiba mais aqui), diz.

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