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Adiada a assinatura da concessão para o esgotamento sanitário de Camboriú

Prefeito Élcio Kuhnen disse que antes de assinar terá que ser feita uma alteração no contrato

O prefeito de Camboriú, Elcio Kuhnen, disse que a assinatura do termo de concessão para o serviço de saneamento básico  do município, não será mais assinado nesta terça-feira (27), porque não foi retirado do contrato um item que a Procuradoria do município havia solicitado.

A implantação do sistema de esgoto de Camboriú (incluindo a construção da Estação de Tratamento de Esgoto e rede coletora) será realizada pela Águas de Camboriú, que já faz o serviço de distribuição de água no município. 

Ao Página 3, o prefeito Élcio explicou que analisaram o documento que seria assinado e constataram que um artigo que o Procurador de Camboriú, Hélio Cardoso Derenne Filho, não aceitou, continuava. 

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“Esse artigo já havia sido discutido. Tratava a respeito do contrato da água, colocando responsabilidade ao município, como em momentos de crise, mas não podemos nos responsabilizar. Também solicitamos algumas correções na minuta, no texto do contrato”, disse.

Elcio informou ainda que uma nova reunião acontecerá entre a prefeitura e a Águas de Camboriú nesta terça (27) às 13h e que, se resolvido, deverão fazer a divulgação da nova data e horário da assinatura. 

“A ideia é assinar a concessão em no máximo 15, 20 dias. Após a resolução disso que solicitamos e da reunião de amanhã, será  vista agenda para isso [para a assinatura da concessão]”, acrescentou.

A assessoria de imprensa da concessionária AEGEA (Águas de Camboriú) confirmou o adiamento e informou que a justificativa da prefeitura para a empresa é de que “o município ainda está analisando” a situação. 

A obra de esgotamento é muito esperada pela comunidade de Camboriú e também por Balneário Camboriú, já que irá contribuir muito com o futuro do Rio Camboriú e também para a saúde pública. 

O rio vive uma situação crítica, causada pela falta de esgotamento sanitário em Camboriú e ainda pelo caos vivido na ETE de Balneário Camboriú – que neste momento volta, aos poucos, a se recuperar com o retorno da lagoa de aeração. 

O grave problema de poluição do rio que abastece as duas cidades causou a falta de balneabilidade da Praia Central de Balneário Camboriú durante boa parte do verão e que somente voltou a ser própria para banho nas últimas semanas.

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A presidente da Águas de Camboriú, Reginalva Mureb, havia dito ao jornal, em 2023, que a previsão é de que contando do início da obra, em quatro anos, 40% da população de Camboriú já esteja com esgotamento sanitário – e a cidade toda em ‘no máximo 10 anos’ (a concessionária terá, a partir da assinatura do contrato, o prazo de 10 anos para implantar o sistema em toda a cidade). 

“Hoje, infelizmente, 100% do esgoto de Camboriú vai para o rio e queremos mudar essa realidade. Temos uma população de mais de 100 mil pessoas, Camboriú vem crescendo muito, e precisa crescer com sustentabilidade”, disse Reginalva na ocasião.


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